quarta-feira, 20 de maio de 2026

SOB SUSPEITA? MOVIMENTO CULTURAL MARANHENSE QUESTIONA FECHAMENTO DE BARES NA GODOFREDO VIANA PELO MPMA

O Movimento Cultural Maranhense, formado por artistas, intelectuais, humanistas e acadêmicos, vem questionando o fechamento de bares pelo MPMA na Rua Godofredo Viana(Centro Histórico de São Luís). Turistas, público e plateias inteiras de maranhenses, frequentadores do local, usam as redes sociais há quatro dias reclamando da atuação do Ministério Público que para muitos soou indiferente à revitalização artística verificada na região nos dias atuais. Sob a justificativa de poluição sonora e falta de licenciamento para legitimar a abordagem, a ação do Ministério desencadeou uma série de críticas de setores ligados ao turismo, intercâmbio cultural e promoção da cidadania, ao passo que revelou a ausência da Prefeitura no desenrolar da questão em quesitos técnicos. O descontentamento continua por toda manhã desta quarta-feira (20) e, ao que parece, já começa ganhar ruas e avenidas da capital maranhense num estopim de insatisfação de proporções imprevisíveis. 

Você frequentava a Godofredo Viana aos domingos?

 

POR FERNANDO ATALLAIA

EDITOR DE PATRIMÔNIO CULTURAL DA AGÊNCIA DE NOTÍCIAS BALUARTE

DESDE FEVEREIRO DE 2005


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https://www.agenciadenoticiasbaluarte.com.br/2026/05/edital-da-humilhacao-ludovicenses-nao.html

3 comentários:

Anônimo disse...

o ministério público não dialoga sobre fortalecimento da cultura e quando aparece é só pra dar uma de pm isso é uma vergonha e as melhorias pra fonte do ribeirão cade ? e a valorização dos artistas cade? e a proteção segurança do centro historico cade? disso o ministerio público nao fala ne gente

rosa produtora cultural

Anônimo disse...

Enquanto os casarões coloniais caem aos pedaços e a Fonte do Ribeirão segue abandonada às moscas, a prioridade da fiscalização em São Luís virou uma só: sufocar quem tenta botar vida e cultura no nosso Centro. Os recentes embargos aos bares na região da Rua Godofredo Viana deixam uma pergunta escancarada que ninguém tem coragem de responder: se o dono de um desses bares fosse filho de um oligarca local, um afilhado político ou apadrinhado de alguma secretaria, a canetada teria sido a mesma? Ou o alvará viraria "mero detalhe" num almoço de domingo? O coronelismo mudou de roupa, mas o cheiro de mofo é o mesmo. Para resistir a esse higienismo barato, o jogo tem que ser limpo de verdade. A boemia e os comerciantes precisam blindar a calçada contra qualquer desculpa do poder público. Lugar de lixo é no lixo, e patrimônio histórico não é mictório público. Educando o cliente e mantendo a rua impecável, a gente tira o argumento de bandeja da mão de quem quer fechar as nossas portas.

Quem movimenta o Centro merece apoio, não mordaça. Defenda quem faz a cultura ludovicense acontecer de verdade!
FERNANDO, BOA TARDE, VI ESSE COMENTÁRIO DO XERXES É A PURA REALIDADE A CLASSE ARTÍSTICA TEM QUE DAR UM BASTA PRA ESSE TIPO DE IMPOSIÇÃO E OS CASARÕES DETERIORADOS ACABADOS DESTRUÍDOS, O MINISTÉRIO PUBLICO FAZ O QUE SOBRE ESSE PROBLEMA????????
CAIO JR

Anônimo disse...

Um deputado que so podia ter no nome o vulgo LULA defender um bar de caipirinha pq é de cabo eleitoral dele esse deputadozinho de meia tigeja não tem compromisso com a cultura ele so aparece de quatro em quatro ano esse caipora caipirinha ele entende genteeee hannnnnnnnnn por isso que eu so vou no butiquim de seu carlos cultura de verdade amoooooooo

babatecno

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