MARANHÃO EM CHOQUE: ARQUIVOS PÚBLICOS COM MAIS DE 40 ANOS SÃO ENCONTRADOS EM CAÇAMBA DE LIXO EM SÃO LUÍS
Documentos públicos oficiais, alguns com mais de 40 anos,
foram encontrados descartados em caçambas de lixo no Centro Histórico de São
Luís. Entre os documentos estavam relatórios, tabelas de pagamento e até
projetos de revitalização de prédios públicos importantes da capital
maranhense. Arquivistas ouvidos pela reportagem explicam que a eliminação de
documentos públicos só pode ocorrer após avaliação técnica — que define o que
pode ser descartado e o que deve ser preservado — e com autorização da
instituição arquivística competente, no caso do Maranhão, o Arquivo Público do
Estado. Leia matéria completa no link abaixo:
O clima entre Roger Waters (ex-Pink Floyd) e David Draiman (Disturbed) atingiu um ponto de agressividade física e trocas de ofensas públicas. A briga é motivada por visões opostas sobre o conflito Israel-Palestina e direitos humanos.
Durante uma participação no podcast The Magnificent Others, apresentado por Billy Corgan (Smashing Pumpkins), David Draiman criticou duramente as posições políticas de Waters, chamando-o de "hipócrita" e afirmando: "Eu daria um soco bem no meio da cara dele".
Draiman, que é judeu e defensor de Israel, acusou Waters de trair os judeus e criticou o ativismo do músico britânico em relação à causa palestina.
Roger Waters não ignorou os comentários e publicou uma carta aberta direcionada a Billy Corgan em suas redes sociais:
Waters chamou Draiman de "pirralho" e "pequeno pedaço de m*rda".
O ex-Pink Floyd afirmou que as críticas de Draiman derivam de sua própria defesa dos "irmãos e irmãs em Gaza que estão sendo massacrados".
Waters relembrou um episódio de junho de 2024, no qual Draiman foi fotografado assinando uma bomba em Israel com a frase "F*da-se o Hamas", usando isso para questionar a postura moral do vocalista do Disturbed.
Waters encerrou sua manifestação deixando claro que não tem interesse em qualquer diálogo com Draiman, preferindo manter distância total do cantor. O caso é visto como um dos capítulos mais tensos da polarização política no cenário do rock atual.
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